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terça-feira, 24 de maio de 2016

A eficiência vencendo o medo

O governador Flávio Dino reuniu a cúpula do sistema de segurança, reuniu o Sindicato das Empresas de Transportes, reuniu o Sindicato dos Rodoviários, recebeu apoio de todos eles e a tentativa de implantar o terror na capital maranhense usando gasolina, políticos adversários, blogs, sites e toda a rede social, não funcionou.
Editorial JP
24 de maio

Os bandidos não contavam com a impressionante reação da polícia do Maranhão aos ataques a ônibus engendrados no último final de semana. Polícia em pontos estratégicos, polícia nos terminais de integração, polícia nos bairros, nas ruas dentro dos ônibus, perseguindo marginais nas avenidas, nas matas, nos mangues, nas bocas de fumo... Foi a eficiência vencendo o medo.

Pouco mais de vinte e quatro horas depois, cerca de 40 delinquentes estavam na cadeia e no sábado, mesmo correndo o risco de enfrentar situações isoladas, como realmente enfrentaram, os empresários do setor de transportes coletivos, acreditando no dedicado incansável trabalho da polícia garantiram os ônibus circulando na cidade.

Enganaram-se os que tentaram “tocar o terror” na cidade. O próprio secretário de Segurança, Jefferson Portela, na companhia do comandante geral da PM, Frederico Pereira, e com o apoio determinado do governo do Estado, foi a campo enfrentar a facção criminosa responsável, que, destemperada, encurralada, tentava conseguir seus objetivos sinistros nas ruas de São Luís.

O governador Flávio Dino reuniu a cúpula do sistema de segurança, reuniu o Sindicato das Empresas de Transportes, reuniu o Sindicato dos Rodoviários, recebeu apoio de todos eles e a tentativa de implantar o terror na capital maranhense usando gasolina, políticos adversários, blogs, sites e toda a rede social, não funcionou. Mesmo com a sensação de insegurança que tentaram impor a população, no geral, sentiu-se segura com o tanto de policiamento que viu nas ruas e não mudou sua rotina.

As megaoperações que detonaram a crise econômica e o desespero no narcotráfico prosseguiram e prosseguem. Quarenta Kg de droga apreendidos no sábado, 700 mil reais em crack e cocaína no domingo... Enfim, não conseguiram, como em 2014, implantar o terror. As escolas funcionaram normalmente, os bares, os trabalhadores não deixaram de trabalhar, as donas de casa continuaram fazendo compras e a bandidagem enxergou que “o buraco é mais embaixo”, principalmente quando viu, um a um, sendo agarrado enfiado na cadeia.

E o que é pior para os incendiários é que serão todos, segundo o secretário Jefferson Portela, autuados em flagrante por associação criminosa, o que implica em passar um bom tempo na cadeia, independente do esforço dos advogados que vierem a contratar.

Todo o poder do Estado nas ruas, todo esse aparato de intervenção policial em defesa da sociedade, todas essas prisões, o maior volume de drogas já apreendido na história do Maranhão e uma bandalha lamentável insiste em falar de acordos entre o governo e facções criminosas.

Somente a Polícia Civil, por meio da Superintendência de Repressão ao Narcotráfico, apreendeu quase 600 Kg de drogas nos últimos dois meses e enfiou 70 traficantes na cadeia, sem contar os 40 presos no último final de semana. Acordos, portanto, só existem nas mentes dos ideologicamente desviados e dos financeiramente inconformados.

Não houve pânico nem terror, a polícia conteve o banditismo e o governo mostrou que hoje temos autoridade no Maranhão. Eles vão continuar tentando, mas, agora, sem a certeza da impunidade.

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