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quinta-feira, 9 de junho de 2016

Grupo Sarney quer arrocho sobre servidores

Na verdade, além de defenderem o arrocho para os servidores, agora criticam a valorização feita ano passado. Até agora, o governador Flávio Dino já investiu cerca de meio bilhão de reais na valorização dos servidores públicos estaduais.
Flávio Dino na formatura dos novos policiais militares


Até parece que o grupo Sarney quer que o governador Flávio Dino sacrifique os servidores públicos para buscar o equilíbrio nas contas públicas. É o que deixa transparecer o deputado Adriano Sarney (PV) ao chamar a atenção para os gastos com a folha de pagamento do Estado.

“O Executivo estadual e os outros poderes têm de tomar precauções a partir de agora, sob pena de ter limitações em relação às concessões de vantagens, aumentos e reajustes, adequação de remuneração a qualquer título, salvo os derivados de sentença judicial ou de determinação legal ou contratual. Limitações também na criação de cargo, emprego ou função, baseado na LRF”, alertou o porta-voz da oligarquia.

Os sarneisistas demonstram preocupação com o fato de o gasto com pessoal ter chegado a 44,6% da Receita Corrente Líquida (RCL) do Estado, aproximando-se do limite prudencial definido na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que é de 46,55%.

Ora, qual o problema? Nenhum. O governo do Maranhão, mesmo com a crise econômica, tem priorizado os servidores públicos. Esse aumento decorre da contratação de novos servidores, como os 1.500 professores e quase 2.000 policiais para a PM e Polícia Civil. Um esforço concentrado para melhorar os indicadores em educação e segurança pública, duas áreas que foram abandonadas nos governos de Roseana Sarney, onde o servidor público não era valorizado.

Na verdade, além de defenderem o arrocho para os servidores, agora criticam a valorização feita ano passado. Até agora, o governador Flávio Dino já investiu cerca de meio bilhão de reais na valorização dos servidores públicos estaduais.

Sabendo que a contratação de novos servidores implicaria em aumento de custos, o que tem feito o governador Flávio Dino? Determinado a redução do custeio da máquina pública e trabalhado duro para evitar quaisquer tipos de desvios de recursos, com um maior controle na contratação de serviços e obras. Preocupação que não existia no governo de Roseana Sarney, onde a corrupção campeava, a exemplo dos desmandos na Secretaria de Estado da Saúde, onde a ex-governadora e o ex-secretário de Saúde, Ricardo Murad, são acusados de comandaram uma organização criminosa criada para desviar recursos públicos, por meio do programa ‘Saúde é Vida’.

E tem mais: o governador Flávio Dino acaba da anunciar, ainda para este ano, a realização de mais um concursos público para a Polícia Militar, obviamente dentro de um planejamento previamente definido para evitar que os limites definidos pela Lei de Responsabilidade sejam ultrapassados.

O governador, portanto, em vez de sacrificar o servidor público, que merece ser tratado com carinho e respeito, tem optado pelo corte de mordomias, privilégios e desvios que ocorriam no passado.

Para a oligarquia, governo bom é o que massacra servidores, arrocha salários e mantém privilégios de poucos.

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