sexta-feira, 15 de julho de 2016

Bira do Pindaré diz que Roberto Rocha defende interesses particulares e recorre ao TRE para garantir realização do Congresso do PSB

"Eu não concordo com isso e nós vamos buscar os nossos direitos. Independente de ganhar ou perder, sairemos de cabeça erguida e é isso que prevalece. A história esquece os covardes. Mas lembra dos valentes, dos combates, daqueles que não se vendem e não se rendem", diz Bira do Pindaré.
O deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) perdeu a paciência com a ‘oligarquia Rocha’, que manda e desmanda no comando municipal do Partido Socialista Brasileiro. Sentindo que sua pretensa candidatura à Prefeitura de São Luís não interessa ao senador Roberto Rocha, que se acha proprietário do PSB, Bira recorreu ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para que seja garantida a realização do Congresso, a instância partidária que poder definir pelo lançamento de candidatura própria ou mesmo selar aliança com outro candidato.

“O que a gente queria era um entendimento, mas já ficou claro que querem usar o partido como moeda de troca para servir aos seus interesses particulares. Eu não concordo com isso e nós vamos buscar os nossos direitos. Independente de ganhar ou perder, sairemos de cabeça erguida e é isso que prevalece. A história esquece os covardes. Mas lembra dos valentes, dos combates, daqueles que não se vendem e não se rendem”, desabafou o deputado em sua página no facebook.

Confira a íntegra do que escreveu Bira do Pindaré sobre essa refrega com o senador Roberto Rocha e seu séquito no PSB.

Por Bira do Pindaré

Protocolamos nesta quinta-feira (14), junto ao Tribunal Regional Eleitoral, uma ação contra a Comissão Provisória do PSB em São Luís, pedindo o cumprimento da lei eleitoral do Estatuto e do regimento interno do Partido Socialista Brasileiro PSB.

Tomamos essa decisão após não ter uma resposta respeitosa do presidente da Comissão Provisória, vereador Roberto Rocha Junior. O filho do senador marcou para 17h desta quinta uma reunião com o objetivo de deliberar a posição do partido em relação às eleições municipais na capital, e não compareceu.

Chegamos à sede do PSB São Luís e estava lá o seu vice-presidente da Comissão, vereador Estevão Aragão, mas, segundo ele próprio informou, sem qualquer poder deliberativo, sem poder de decisão. Uma tremenda falta de respeito com os filiados e com a cidade de São Luís.

O que a gente queria era um entendimento, mas já ficou claro que querem usar o partido como moeda de troca para servir aos seus interesses particulares. Eu não concordo com isso e nós vamos buscar os nossos direitos. Independente de ganhar ou perder, sairemos de cabeça erguida e é isso que prevalece. A história esquece os covardes. Mas lembra dos valentes, dos combates, daqueles que não se vendem e não se rendem.

Portanto, eu lamento profundamente a postura do presidente e da Comissão provisória de São Luís e, por esta razão, estamos pedindo socorro à justiça. Partido não é propriedade privada. Partido não tem dono. Partido não é quintal, nem fazenda de ninguém. Portanto, nós precisamos resgatar o sentido maior da nossa constituição, que é a democracia. ‘Todo pode emana do povo’, é o que nós queremos que aconteça no PSB.

Nossa luta é legitima e tenho certeza que se há justiça nesse Maranhão, que se há justiça nesse Brasil, nós vamos ter o Congresso e vamos ser escolhidos para ser candidato a prefeito de São Luís.

Para finalizar, não posso deixar de registrar e agradecer a postura da militância do PSB em nome dos movimentos sociais e pré-candidatos a vereador pelo partido por terem me convidado a ser candidato e por não arrendarem, por nenhum segundo, o pé da luta. Avante!

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