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quinta-feira, 11 de maio de 2017

Flávio Dino defende a retomada de investimentos públicos para combater o desemprego e aquecer a economia

Flávio Dino participa do 7º Encontro de Governadores do Nordeste, na Bahia
O governador Flávio Dino voltou a manifestar preocupação com a estagnação da economia que tem gerado mais de 14 milhões de desempregados no país. Para ele, uma das saídas é a retomada de investimentos públicos em obras para gerar empregos.

“O país não pode continuar com a economia paralisada e com 14 milhões de desempregados. Os investimentos públicos são fundamentais para que os investimentos privados aconteçam na velocidade necessária”, disse o governador na manhã desta quinta-feira (11) em entrevista antes da abertura do “7º Encontro dos Governadores do Nordeste”, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador.

A reunião acontece pela primeira vez na Bahia e discutirá a criação de uma Previdência Complementar do Nordeste. Também estão na pauta as propostas de discussão de medidas para melhorar o cumprimento da lei do alongamento da dívida dos estados com o BNDES, além de iniciativas para garantir o cumprimento do acordo da cota para empréstimos anualizados.
Confira a íntegra do que disse o governador Flávio Dino sobre a situação econômica do país e o que fazer para a retomada do crescimento.

Precisamos retomar a capacidade de investimentos no país. Essa é a questão central. O país não pode continuar com a economia paralisada e com 14 milhões de desempregados. Os investimentos públicos são fundamentais para que os investimentos privados aconteçam na velocidade necessária.

Para que os Estados tenham capacidade de fazer tais investimentos é preciso, além de enfrentar a questão fiscal – como temos enfrentado no Nordeste, muito em particular – que haja crédito. É isso que nós estamos reclamando já de algum tempo. Essa não é uma questão dos governadores ou dos Estados. É uma questão do país. É a questão fundamental para que haja obras públicas.

Estamos vendo o setor da construção civil paralisado no Brasil. Como é que vamos retomar o crescimento da economia com a construção civil dizimada? Nós já estamos atravessando a maior crise da economia da nossa história: três anos seguidos ou de queda do Produto Interno Bruto (PIB) ou de estagnação econômica.

Por isso, essa é uma questão urgente, até porque o BNDES tem disponibilidade financeira para emprestar recursos. Meu Estado, por exemplo, tem alta capacidade de endividamento porque nós somos adimplentes. Nós cumprimos religiosamente todas as nossas obrigações. Por isso, queremos crédito para fazer obras e gerar empregos para a população.

Veja a entrevista

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