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quarta-feira, 17 de maio de 2017

Maranhenses morrem em acidente de trânsito em estrada no Chile

Uma das vítimas é a especialista técnica em telecomunicações, Rosália Bordalo, de 49 anos; acidente aconteceu nessa terça-feira (16)
Acidente foi na Curva das Cruzes Verdes entre Uspallata e Polvaredas, no Chile.
Um grave acidente de trânsito, envolvendo uma van e um caminhão provocou a morte de dois maranhenses e outras duas pessoas, ontem, na Curva das Cruzes Verdes entre Uspallata e Polvaredas, no Chile.

Os maranhenses foram identificados como Rosália Bordalo, de 49 anos, e Paulo Trajano, que residiam em São Luís.

Outras três pessoas perderam a vida no acidente, Javier Mercado, 41 anos, que conduzia a van, a quarta vítima, foi identificada como Marai Trajaner e outra brasileira, Socorro Daschadas, 62 anos. 
Paulo Trajano e Rosália Bordalo
De acordo com as primeiras informações, o motorista do caminhão teria feito uma manobra arriscada, invadindo a pista oposta da estrada e se chocando fortemente com a van, onde estavam os maranhenses, que vinha no sentido contrário, com seis passageiros.

Segundo amigos de Rosália Bordalo, uma das vítimas do acidente, ela era especialista técnica em telecomunicações e trabalhava na Embratel, na capital maranhense. Ela estaria passando férias no Chile. Rosália não tinha filhos.

Confira o relato de uma das testemunhas do acidente, identificada como Bebo Iannelli: 
Bebo Ianelli foi o primeiro a chegar ao local e tentou salvar as vítimas
"O caminhão nos passou a 120, 130 km. A 600 metros, mais à nossa frente, encontramos o caminhão virado, muita poeira. Paramos ao lado da outra combi, que era da mesma empresa que vinha a alguns metros mais atrás. A primeira coisa que fiz foi ir ver quem estava vivo, eu gritei: Alguém me ouve? E só uma pessoa foi a que me respondeu que foi o motorista do caminhão. Um par de minutos mais se ouviu o acompanhante da combi. Subi com outras pessoas para o caminhão, para entrar na combi e, com ajuda de outras pessoas, conseguimos tirar o motorista do caminhão. Com grades quebramos a porta e o portão da combi para poder entrar e libertar as pessoas que estavam lá dentro. No que diz respeito à mulher brasileira que estava desmaiada, reagiu. A mulher que estava por trás dela, Rosália Boldalo, olhou para mim eu lhe falei, eu perguntei o nome dela... disse-lhe que ficasse tranquila que já vinha ajuda e a única coisa que fez foi fechar os olhos. Foi estranho, só tentei ajudar e dar uma mão. Acho que essas imagens vão ficar na minha cabeça ver aquela mulher, aquele olhar, o motorista da combi, um senhor deitado, ver minhas mãos com sangue, ver minha calça e casaco com sangue. Essas imagens vão me dar voltas e voltas.. Para sempre”.

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