terça-feira, 28 de novembro de 2017

Desprestígio de Roberto Rocha no PSDB só aumenta


Ao não vir, Geraldo Alckmin expôs a fraqueza de Rocha e a falta de confiança da cúpula nacional do PSDB em sua possível candidatura ao governo.
Caso Rocha assuma a presidência estadual do PSDB no lugar de Brandão, uma debandada seria inevitável.
O senador Roberto Rocha (PSDB) bem que tentou, mas o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, não foi ao Seminário "Revitalização dos Rios Maranhenses e suas Nascentes", realizado em Imperatriz, no último final de semana.

Rocha teve que adiar por quatro vezes o evento, mas não conseguiu captar a presença de Alckmin para o Seminário. Para o senador "asa de avião" (como o parlamentar se autointitula), levar Alckmin a Imperatriz poderia dar volume ao seu projeto de pré-campanha como candidato ao governo do Maranhão pelo PSDB. A manobra, no entanto, não deu certo.

As quatro escapadelas de Geraldo Alckmin refletem o tamanho do desprestígio de Roberto Rocha dentro do PSDB. Após ser expulso do PSB, voltar ao ninho tucano foi a única saída encontrada por Rocha para lançar uma candidatura própria ao governo. Mas a ala maranhense do partido até hoje não engoliu Rocha. Por trás do retorno do político ao partido estaria o golpe para tomar do vice-governador do Maranhão, Carlos Brandão, a presidência do PSDB no Maranhão.

Ao não vir, Geraldo Alckmin expôs a fraqueza de Rocha e a falta de confiança da cúpula nacional do PSDB em sua possível candidatura ao governo.

Caso Rocha assuma a presidência estadual do PSDB no lugar de Brandão, uma debandada seria inevitável. Por um motivo simples: os tucanos maranhenses preferem a permanência do partido ao lado de Flávio Dino (PCdoB), até agora o nome mais viável para 2018 no estado.

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