quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Operação da PF põe em risco atividades de médicos

Depois do fracasso das versões da "sorveteria jocosa" e dos "400 fantasmas", a Polícia Federal continua perdida em relação a investigações no sistema de saúde.

Os erros são vários, a começar que a PF nem sabe o que são recursos federais ou estaduais nos casos que diz apurar. Isso vai gerar inúmeras nulidades jurídicas, pois a Polícia Federal nada pode investigar sobre recursos estaduais que não transitaram no Fundo Nacional de Saúde.

A mais nova desorientação é que grupos médicos (pessoas jurídicas) que não possuem sede ou empregados são automaticamente chamados de "empresas de fachada". 

Isso ofende centenas de médicos que pertencem a grupos médicos (pessoas jurídicas) e que trabalham com seriedade, apenas sem que considerem necessário ter um prédio próprio e não usem empregados contratados pela CLT.

Se prevalecesse a estranha interpretação da PF, provavelmente a maioria dos grupos médicos (pessoas jurídicas) do Maranhão e do Brasil seria alvo de acusações esquisitas, trazendo grave insegurança ao trabalho médico no país.

O que será que as entidades médicas tem a dizer sobre isso? Afinal, profissionais sérios podem estar sendo envolvidos em investigações como "empresas de fachada", enquanto estão dentro dos hospitais prestando serviços normalmente.

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