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domingo, 12 de novembro de 2017

Sobre “ao vivo” no facebook: “Dinossauro”, mas nem tanto

Por Gilberto Lima

Denomina-se “dinossauro” o profissional tarimbado, experiente, mais vivido ou mais longevo, em todas as profissões, principalmente na área da comunicação.

Confesso que já faço parte do time dos “dinossauros”, pois já ultrapassei a barreira dos 50 anos e completo, em março de 2018, 29 anos como profissional da comunicação no Maranhão.

Nem percebi que percorri todo esse caminho, pois procuro me renovar e inovar a cada dia, sempre atento às mudanças de rumos e desafios com o advento das redes sociais.
 
Foi uma frase dita por amigo que me fez lembrar que já não sou tão novinho no jornalismo. “Cara, parabéns pela tua desenvoltura nas transmissões do caso da menina Alanna, via facebook! Não imaginava que um jornalista da tua geração fosse capaz de ocupar tanto espaço nas redes sociais. As tuas lives bombaram”, disse o amigo. Sem muito a comemorar, pois o desfecho do caso foi trágico e eu esperava que a menina Alanna fosse encontrada viva.

O “da tua geração” é porque sou do tempo da máquina de datilografar nas redações de jornais e rádios. Dos tempos em que se aguardava, com expectativa, as notícias quentinhas nos jornais de manhã cedinho. Dos tempos em que o rádio bombava em transmissões, ao vivo, como a da CPI do Crime Organizado, na década de 1990, e tantas outras.

De todas as mídias, quem menos sofreu com o advento das redes sociais foi o rádio, que continua forte no radiojornalismo e esporte por conta de sua instantaneidade e facilidade de transmissão ao vivo de qualquer lugar. O jornal impresso, infelizmente, agoniza diante da velocidade das mídias digitais.

Como o encontro foi rápido, não tive tempo de explicar ao amigo o porquê de eu ter alguma facilidade em transmissões e participações, ao vivo, nas redes sociais, principalmente pelo facebook. 

Sem dúvidas, o rádio foi a grande escola, pois muita coisa se faz de improviso. Sempre digo que, quem trabalha com radiojornalismo, está preparado para trabalhar em qualquer veículo de comunicação, principalmente na TV. A familiaridade com a telinha, com o vídeo, é porque passei alguns anos de minha carreira dedicados ao telejornalismo. Por isso, não encontro muitas dificuldades para fazer “ao vivo” nas redes sociais.

A experiência tem sido tão exitosa que será comum, principalmente no período da tarde, os amigos e amigas se depararem com meus “ao vivo” no facebook, cobrindo fatos do cotidiano da cidade.

Um grande abraço deste “dinossauro” da comunicação, mas que procura se renovar e inovar, sempre.

Um comentário:

  1. Parabéns meu colega Gilberto Lima dos tempos da UFMA onde nos encontravamos no RU da UFMA. Um grande abraço a você e um grande sucesso nessa sua nova fase das mídias sociais do "Ao Vivo".!!!!!

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