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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Promotor de Justiça do Gaeco e a mulher são encontrados mortos no Rio de Janeiro

Casal foi vítima de projétil de arma de fogo, que foi encontrada no local; não há indícios de invasão ou assalto.
A Divisão de Homicídios do Rio (DH), da Polícia Civil, informou que as características do crime apontam para homicídio seguido de suicídio, embora outras hipóteses também estejam sob investigação.
Constança Rezende, O Estado de S.Paulo

RIO - O promotor de Justiça Marcus Vinicius da Costa Moraes Leite foi encontrado morto a tiros nesta terça-feira, 16, junto com a mulher, Luciana Alves de Melo, servidora do órgão e também baleada.

Os corpos do promotor, que integrava o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público Estadual fluminense, e da mulher estavam em um apartamento na Rua Coronel Paulo Malta, na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro.

A Divisão de Homicídios do Rio (DH), da Polícia Civil, informou que as características do crime apontam para homicídio seguido de suicídio, embora outras hipóteses também estejam sob investigação.

A arma do crime, que seria de Leite, foi encontrada no local, e não havia indícios de invasão ou assalto. Segundo informações da DH, a porta do apartamento estava trancada, e os agentes não encontraram sinais de arrombamento.

A Polícia Civil também acredita que os fatos tenham acontecido na madrugada de domingo para segunda. Porém, os corpos só foram encontrados nesta terça pela faxineira e levados para o Instituto Médico Legal (IML) para perícia. 

Milícias
O promotor atuava na área penal e apresentou denúncias contra integrantes da milícia (quadrilha de policiais que dominam territórios para combater crimes) conhecida como  Liga da Justiça. O bando participou, em 2009, de uma chacina em Inhoaíba, na zona oeste. Ao justificar um pedido de prisão preventiva contra milicianos, o promotor citou a brutalidade adotada pelo grupo, com o  intuito de vingança e de intimidação.

Em fevereiro de 2012, o promotor também ofereceu denúncia contra Mauro de Carvalho de Jesus, acusado de ter matado a golpes de machado sua mulher. O acusado também teria esquartejado o cadáver e ocultado os despojos, acondicionados em sacos de lixo, em um matagal na Estrada do Campinho, em Campo Grande, na zona oeste.

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