VACINAÇÃO

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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Velório do músico assassinado por militar é realizado no Asilo de Mendicidade; sepultamento será neste sábado (17)


O velório do músico Davi Bugarin, de 26 anos, assassinado pelo tenente-coronel reformado da PM Walber Pestana da Silva, na noite de quinta-feira (15), está sendo realizado no Asilo de Mendicidade, no bairro São Francisco, em São Luís.

O sepultamento seria realizado na tarde desta sexta-feira (16), mas a família teve que aguardar a chegada mãe, Cintia Bianca, que mora no Rio de Janeiro. Ela chegou no início da noite. Do aeroporto, ela seguiu direto para o velório do filho.

A mãe do músico disse que existem muitas versões para esse crime bárbaro. “Uma delas é de que ele tinha batido nela. Por que ela não procurou a delegacia para fazer a denúncia? Não existe Lei Maria da Penha no Maranhão? Foi necessário que armassem, de maneira estratégica, a morte de meu filho? Ele não teve como se defender. Ele foi executado com tiro à queima roupa. Eu espero justiça”, disse Cíntia Bianca.
O músico será sepultado na manhã deste sábado, às 8h, no Cemitério Jardim da Paz. Pessoas que estiveram no velório do músico afirmam que ele tem algumas escoriações pelo corpo, o que pode indicar ter sido agredido antes de ser assassinado com dois tiros pelo tenente-coronel Walber Silva.

Mais cedo, em nota à imprensa, a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) informou que a Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP) está investigando a morte do músico. “O jovem foi alvejado com um tiro após luta corporal com Walber Pestana da Silva, que ainda chegou a prestar socorro à vítima, levando-a ao Hospital Djalma Marques (Socorrão I), mas o mesmo não resistiu”, diz a nota da SSP.
O tenente-coronel se apresentou à polícia na tarde desta sexta-feira, mas foi liberado depois de prestar depoimento. Ele confessou o crime, mas disse que agiu em legítima defesa.

“Ele disse que, no momento do crime o David o agredia várias vezes e ainda se armou com uma faca. Por isso, precisou pegar um revólver que estava guardado no quarto para se defender”, afirmou o delegado Lúcio Reis.

Um comentário:

  1. Essa história não da pra acredita.mais se fosse outra pessoa ia fica preso nossa que justiça e essa brasil

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