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quinta-feira, 28 de junho de 2018

Corpo do jornalista Jânio Arley será sepultado na manhã de sexta-feira no Cemitério da Pax, em Paço do Lumiar; veja vídeo da reportagem do blog

O corpo do jornalista Jânio Arley será sepultado nesta sexta-feira (29), às 10h, no Cemitério da Pax, na MA-204, em Paço do Lumiar. O velório está sendo realizado na Central de Velórios da Pax, na Rua Grande, Canto da Fabril, no Centro de São Luís.

O jornalista, de 56 anos, que durante vários anos apresentou o programa policial Bandeira 2, na TV Difusora, morreu após duas paradas cardíacas na tarde de quarta-feira (27), no Socorrinho do bairro Cohatrac, em São Luís.
Segundo a esposa do jornalista, ele não estava se sentindo bem há três dias, mas relutava em ir ao médico. Preocupada com a situação, ela conseguiu marcar uma consulta com um cardiologista para ontem, ao meio-dia. No entanto, por volta de 10h30, o jornalista começou a passar mal, sendo levado ao Socorrinho, a unidade de saúde mais próxima da residência do casal.

Jânio chegou à unidade de saúde caminhando normalmente, ao lado da esposa, indo direto para o atendimento médico de urgência. Depois de se deitar em uma maca, passou a ser examinado pelo médico, mas sempre consciente. De imediato, o médico viu a necessidade de levá-lo a outro hospital.

Uma UTI móvel chegou a ser acionada para transferi-lo a outra unidade de saúde mais avançada. No entanto, ele teve a primeira parada cardíaca, levando a equipe a fazer os procedimentos para ressuscitação imediatamente, o que surtiu efeito. Em seguida, ocorreu mais uma parada, sendo que não foi possível evitar a morte do jornalista, apesar do esforço dos médicos.

Ao contrário do que chegou a ser noticiado em alguns blogs, o jornalista não fazia tratamento para desintoxicação. Seu único vício era o cigarro, o que pode ter contribuído para o surgimento de algum problema cardíaco. A esposa, no entanto, disse que ele não era hipertenso e nem fazia uso de medicamentos para o coração.

Presente ao velório, a mãe de Jânio Arley disse que o filho era muito bom, que se preocupava muito com ela, e que gostaria de sepultá-lo em Brasília, junto com o pai dele, mas que preferia que fosse sepultado aqui mesmo, em São Luís, onde estão os filhos, amigos e admiradores.

O sepultamento foi marcado para a manhã desta sexta-feira porque mais cinco parentes, que residem em Brasília, chegam somente no início da noite de hoje, pois estão vindo de carro.

Sobre o jornalista

Jânio Arlei de Souza Cavalcante (Jânio Arley), nasceu em 17 de novembro de 1961. Ele começou sua carreira no jornalismo na cidade de Imperatriz, na região tocantina, e teve passagens por diversas emissoras e jornais do interior do Estado, até chegar à capital maranhense.

O radialista iniciou sua carreira profissional na Rádio Imperatriz, em 1980, onde foi repórter, redator, editor e etc. Trabalhou também na TV Imperatriz, Mirante, TV Ouro Verde (Band/Paragominas/PA), Jornal O Progresso, TV Difusora, TV Praia Grande, entre muitos outros veículos de comunicação.

Ficou conhecido popularmente pelo seu trabalho à frente do programa policial Bandeira 2, na TV Difusora, na década de 1990 e anos 2000.

Sua última passagem profissional pela televisão foi na Guará, afiliada da Record News, em São Luís.

Um comentário:

  1. Que Deus conforte o coração dos entes queridos,Jânio Arlei deixa um grande legado no telejornalismo policial,pela sua irreverencia,coragem e determinação!costumo dizer em minhas pregações,que Deus não nos da Pai,Filhos,Amigos etc...Deus apenas nos empresta,pois um dia,nos pedira de volta...lembremos pois que é nos pequenos frascos que encontramos as melhores essências e fragrâncias...o amigo Radialista Arlei,era pequeno em sua estatura...porem,um grande profissional da Radiodifusão Maranhense,que esta perdendo grandes nomes da comunicação no Maranhão,e só este ano,perdemos 3 grandes comunicadores.

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