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terça-feira, 2 de outubro de 2018

Homem que agrediu investigador da Policia Civil a golpe de facão em Turiaçu é morto após reagir a abordagem policial


Um homem, identificado como João Guido Cardoso Carvalho, morreu após reagir a uma abordagem policial na cidade de Turiaçu. Ontem, por volta de 18h, ele atentou contra a vida do investigador de Polícia Civil Roneyson Pinto dos Reis, conhecido por ‘Selva’.

O investigador havia se deslocado com policiais militares a uma residência localizada no Povoado Paxiba, onde o senhor João Guido, armado com um facão, ameaçava de morte seus familiares. Na ação, o investigador foi atingido por um golpe de facão na região lateral da cabeça e do rosto.

O policial foi socorrido pelos PMs e conduzido ao hospital. No alvoroço da prestação de socorro, a arma de fogo, a algema e o celular do Policial agredido ficaram no local e foram recolhidos pelo agressor.
O investigador passou por procedimento cirúrgico e está fora de risco de morte
Uma equipe da Delegacia Regional de Pinheiro deslocou-se para dar apoio ao investigador e resgatar a arma de fogo institucional da Polícia Civil que estava na posse do agressor.

O agressor João Guido Cardoso Carvalho reagiu à abordagem, fazendo uso da pistola do investigador, ocasião em que foi atingido por um disparo, na cabeça, morrendo no local.

O investigador passou por procedimento cirúrgico e está fora de risco de morte. Ele será transferido de helicóptero pelo CTA para um hospital da capital. Sua pistola, algema e celular foram recuperados.

O agressor, supostamente, tinha problemas mentais e histórico que revelam alta periculosidade. Ele costumava andar armado com um facão e, frequentemente, ameaçava seus familiares de morte. Há cerca de três anos, ele agrediu um policial militar com golpes de facão, provocando graves lesões no braço.

Com informações de Vandoval Rodrigues

2 comentários:

  1. E o nome dele é Guido Cardoso Carvalho e não João

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  2. Boa noite. A pessoa a qual você descreve e citado pela policia como marginal, era um trabalhador e diagnosticado com ESQUIZOFRENIA que foi executado covardemente pela polícia que não obedeceu a ordem do promotor da quela cidade, não houve troca de tiros. A pistola e o celular foram encontrado na terra, mas tenho certeza que se minha irmã não tivesse chegado na hora teriam colocado a arma na mão dele para forjar.Nos dois casos em que ele reagiu foi porque não cumpriram com o que foi determinado, qual é a pessoa que ao se sentir emaçada não tentaria se defender, não digo que foi certo, mas estamos tratando de uma pessoa doente.Você realmente que uma pessoa conseguiria tomar a arma e não a usaria no lugar de um facão? A ambulância do corpo de bombeiros já estava indo buscá-lo para trazer para São Luis. Executaram meu irmão covardemente com um tiro na cabeça sem ele esboçar nenhuma reação. Eles mataram um preto e pobre,trabalhador e doente mental, mas não ficará impune porque irei lutar por ele, da mesma forma que lutei nos momentos de internação todos esses anos e contarei com o promotor daquela comarca para fazer a justiça. Espero que a justiça do Maranhão não veja isso como mais uma ação policial normal e não foi. Quem foi lá apurar os fatos antes de publicar? Quem foi fazer perícia para saber o realmente aconteceu? Matar uma pessoa esquizofrênica agora é natural? Meu irmão não é e nunca foi bandido? Você tem alguém na família com esse problema? E se tivesse gostaria de vê-lo executado com fama de bandido? Pois bem, irei continuar lutando por ele.

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