quarta-feira, 12 de julho de 2017

João Alberto, o salvador de Aécio Neves, pede abertura de investigação contra senadoras que ocuparam mesa

João Alberto (PMDB/MA) discute com senadoras durante o ato de ocupação da mesa

O senador João Alberto (PMDB/MA), integrante da tropa de choque de Michel Temer, 
pediu, nesta quarta-feira (12), abertura de investigação contra a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) por quebra do decoro parlamentar.

No pedido assinado por ele e outros 14 parlamentares, Souza afirma que a petista, junto a outras cinco colegas, feriu a ética e o decoro parlamentar ao travar a 100ª sessão deliberativa extraordinária da Casa, realizada na terça (11).

Além de Gleisi, foram citadas Fátima Bezerra (PT-RN), Vanessa Grazziotin (PCdoBAM), Regina Souza (PT-PI), Lídice da Mata (PSB-BA) e Ângela Portela (PDT-RR).

De acordo com o pedido, todas feriram a ética e o decoro durante a sessão no Senado.

Na terça, as parlamentares ocuparam a Mesa Diretora e impediram a continuidade da sessão que analisava a proposta de reforma trabalhista do governo do presidente Michel Temer (PMDB). O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), teve que encerrar a sessão.

As luzes do plenário chegaram a ser apagadas, mas as senadoras permaneceram no local. Horas depois, os trabalhos foram retomados. Oliveira chegou a se sentar à margem da Mesa. Ao fim do dia, o projeto acabou aprovado pela maioria dos senadores.

João Alberto foi o responsável pelo arquivamento do pedido de cassação do mandato do senador Aécio Neves, acusado de ser beneficiário de propina da JBS.

Ao tomar conhecimento da decisão do Conselho de Ética, a senadora Regina Souza (PT/PI) disse que tem certeza que o pedido de cassação de mandatos será aprovado pela maioria que inocentou Aécio Neves. Ela acrescentou que as senadoras estão preparadas para a defesa de seus mandatos.

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