São João 2019

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segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Sepultamento de motorista da Uber é marcado por protestos e carreata gigantesca

O motorista Edmilson Azevedo foi assassinado a tiros na noite de domingo (6), logo após ter realizado uma corrida no bairro Liberdade. 
O sepultamento ocorreu na tarde desta segunda-feira (7), no cemitério do São Cristóvão, com a realização de uma carreata gigantesca que causou congestionamentos ao longo das Avenidas Jerônimo de Albuquerque e Guajajaras.
Motoristas de transporte por aplicativo, principalmente da Uber, reuniram-se na tarde desta segunda-feira (7) e fizeram uma carreata no bairro Cohatrac em protesto após a morte do motorista Edmilson Pimenta Azevedo, de 54 anos. Ele foi assassinado a tiros na noite de domingo (6), logo após ter realizado uma corrida com destino ao bairro Liberdade, em São Luís.

Segundo os próprios manifestantes, cerca de 800 motoristas estiveram presentes na carreata pelas ruas do bairro, que seguiu até o local do velório de Edmilson. Eles afirmam que esse é o terceiro assassinato de motoristas de aplicativos na região metropolitana de São Luís em pouco mais de um mês. Em dezembro, outros dois casos teriam ocorrido nos bairros Maracanã e Coroadinho.

O enterro do motorista Edmilson Pimenta ocorreu no cemitério do bairro São Cristóvão, em São Luís. O cortejo, do Cohatrac até o cemitério foi acompanhado por centenas motoristas de aplicativo, que clamavam por Justiça e mais segurança. Houve congestionamento ao longo das Avenidas Jerônimo de Albuquerque e Guajajaras .

Morte de Edmilson

Segundo a polícia, Edmilson foi assassinado na noite de domingo (6), no bairro Liberdade, após deixar uma passageira. Ele estava atravessando a Avenida Luiz Rocha quando foi atingido por disparos de arma de fogo na região das costas.

De acordo com a polícia, o motorista ainda tentou sair do local dirigindo por alguns metros, mas acabou batendo em um canteiro central, onde havia uma árvore. Ele chegou a ser socorrido, mas acabou morrendo.

Para a polícia, os autores dos disparos seriam três homens e uma mulher, que estão foragidos. O celular de Edmilson está sendo periciado para saber quem solicitou a última viagem e o trajeto realizado. A polícia diz que ele passou 36 minutos com o mesmo passageiro.

Com informações do G1 MA

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