Arthur Paganini
Kelly Almeida
Correio Braziliense
O desvio da função de médico plantonista
e o quantitativo de técnicos de enfermagem abaixo do mínimo previsto em norma.
Esses foram alguns dos problemas identificados no Hospital Santa Lúcia,
localizado na Asa Sul, em vistoria realizada nas unidades de tratamento
intensivo (UTIs) neonatal e pediátrica, no último dia 14. A vistoria foi feita
pela Subsecretaria de Vigilância à Saúde do Distrito Federal.
No dia 14 de fevereiro, o estudante
Marcelo Dino, de 13 anos, morreu na UTI pediátrica do Santa Lúcia em decorrência
de uma crise de asma. Internado por volta do meio-dia do dia 13 de fevereiro
após a prática de exercícios, o garoto teve uma complicação respiratória às 6h
do dia seguinte e, por volta das 7h, faleceu. A médica plantonista da UTI
estaria realizando um parto.
O diretor técnico do Hospital Santa
Lúcia, Cícero Henrique Dantas, reforçou que as exigências serão cumpridas até
sexta-feira."Nós trabalhávamos com a UTI mista, com a pediátrica e
neonatal juntas. Mas recomendaram que houvesse a separação e já compramos todos
os materiais para fazer a alteração. Todas as outras recomendações também estão
regularizadaS", afirma.
Por meio de nota, o hospital também
informou que "todas as recomendações e solicitações exigidas pela
Vigilância Sanitária do DF são sempre imediatamente acatadas e cumpridas pelo
Hospital Santa Lúcia e que as demandas notificadas estão sendo regularizadas
dentro do prazo de 30 diaS".
Leia matéria completa na edição de
amanhã do Correio Braziliense.
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