quarta-feira, 27 de setembro de 2023

Crueldade: Jovem mata e esquarteja irmão de 7 anos; corpo é encontrado debaixo da cama


Assassino já era conhecido por ameaçar massacre escolar em 2019. Segundo os policiais civis, confessou ter matado o próprio irmão. De acordo com os investigadores, o rapaz não demonstrou arrependimento e teria dito que cometeu o crime apenas porque queria matar alguém.

Um menino de 7 anos, identificado como Caio França de Alcântara, que estava desaparecido desde a manhã dessa terça-feira (26), foi encontrado morto debaixo da cama do irmão, de 19 anos, dentro da própria casa, no Jardim Ângela, na zona sul de São Paulo.

Tudo começou quando a mãe da vítima saiu para trabalhar pela manhã, deixando seu filho mais novo, Caio Alcântara, sob os cuidados do irmão mais velho, Guilherme. Antes de ser deixada em casa, a criança insistiu para que a mãe o levasse junto para o trabalho - mas a opção era inviável.

Assim que o pai chegou em casa, pouco tempo depois da saída da mãe, ele não encontrou Caio - e suspeitou que o filho pudesse ter saído. Segundo relatos, mais tarde, o irmão mais velho chegou a tentar impedir que os pais procurassem o menino em seu quarto.

A busca começou a ser feita pelo bairro, mas o que chamou a atenção de todos é que Caio não aparecia em nenhuma câmera de segurança andando pelo local, ou seja, tudo indicava que o menino não havia sequer saído de casa.

Quando a polícia chegou até a residência para investigar, foi encontrado um caderno de Guilherme com diversas anotações sobre seu interesse em cometer assassinatos. Foi nesse momento, então, que decidiram olhar seu quarto - quando encontraram um saco preto debaixo da cama.

Dentro desse saco, estava o corpo sem vida do pequeno Caio. Segundo informações, Guilherme assassinou e esquartejou o menino, além de ter amarrado o saco onde o corpo foi encontrado. O jovem chegou a dormir com o cadáver no local por uma noite.

Guilherme já possuía um histórico suspeito: Em 2019, ele se gabava na escola por ter o mesmo nome do atirador do Massacre de Suzano (Guilherme Taucci), chegando a postar ameaças nos status do WhatsApp com uma máscara de caveira e perguntando de que forma as pessoas "gostariam" de ser assassinadas por ele.

O jovem chegou a planejar um massacre em 2019, mas foi pego pela polícia e solto em seguida, por ser menor de idade. Vizinhos relataram à Record TV que Guilherme faz o uso de medicação controlada, por doenças psicológicas.

A área do crime foi isolada e o corpo do pequeno Caio encaminhado para o IML (Instituto Médico-Legal), para a confirmação da causa da morte. Já Guilherme, foi levado até a delegacia como principal suspeito do ocorrido.

Ele foi interrogado e, segundo os policiais civis, confessou ter matado o próprio irmão. De acordo com os investigadores, o rapaz não demonstrou arrependimento e teria dito que cometeu o crime apenas porque queria matar alguém.

No local, também foi encontrado um facão que teria sido usado no assassinato. No início da noite desta quarta, a Polícia Civil ainda buscava mais informações sobre o ocorrido.

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