Uma
bebê de 11 meses foi morta dentro de uma residência localizada na estrada
vicinal da Mapisa, em Bom Jesus das Selvas, a 460 km de São Luís, nessa
quinta-feira (1º). O principal suspeito do crime também morreu no local.
A
criança foi identificada como Mavie Louise Andrade Silva. Segundo informações
preliminares da polícia, ela teria sido atacada com golpes de faca,
supostamente desferidos por Antônio José dos Santos Silva, cujo corpo foi
encontrado na mesma residência.
De
acordo com relatos iniciais colhidos pelas autoridades e informações repassadas
por moradores, o pai da bebê, ao tomar conhecimento da morte da filha, teria
reagido e matado Antônio José. Em seguida, ele fugiu do local. As
circunstâncias exatas da morte do suspeito ainda serão apuradas.
O
caso repercutiu intensamente Bom Jesus das Selvas, Buriticupu e cidades
vizinhas, sendo amplamente comentado em redes sociais e grupos de mensagens. A
população demonstrou consternação diante da violência extrema e da morte da
criança.
A
Polícia Civil informou que o caso será apurado.
Com
informações de O Informante

Paulo Soares
ResponderExcluir12/01/2026 às 11:27
O GRITO DO GAECO E O SILÊNCIO CÚMPLICE DO LEÃO: TURILÂNDIA EXIGE INTERVENÇÃO, NÃO ACORDOS DE GABINETE!!
A crise no Ministério Público do Maranhão (MPMA) atingiu um ponto de ebulição com a manifestação do Procurador-Geral Danilo Ferreira, que, ao invés de reconhecer a gravidade do pedido de exoneração coletiva dos promotores do GAECO, optou por defender a “condução da operação em Turilândia”. Essa postura, para dizer o mínimo, é um tapa na cara da sociedade maranhense e um atestado de que a cúpula do MPMA está mais preocupada em blindar interesses políticos do que em garantir a justiça.
O recuo do MPMA, ou a tentativa de maquiar a decisão de soltar Paulo Curió, é inaceitável. A realidade nua e crua é que o município de Turilândia está em um limbo administrativo: o prefeito está sob investigação por desvio de R$ 56 milhões, e o presidente da Câmara, que deveria assumir interinamente, está sob prisão domiciliar. Isso não é uma crise, é um colapso institucional. E diante de um cenário tão caótico, a única medida cabível e urgente seria a intervenção estadual no município.
O MEDO DO LEÃO E A BLINDAGEM FAMILIAR
A inação do governo de Carlos Brandão em decretar a intervenção não é por acaso. É uma decisão política calculada, movida pelo medo de expor as entranhas de um esquema que, ao que tudo indica, tem ramificações profundas no Palácio dos Leões.
O governador teme, e com razão, que uma intervenção em Turilândia:
1. Desvende a teia de alianças políticas que sustentam seu grupo, especialmente as ligações com o deputado federal Pedro Lucas Fernandes, cujas emendas milionárias para o município estão sob suspeita.
2. Comprometa diretamente seu sobrinho, Orleans Brandão, que tem atuado na articulação política na região e cuja imagem seria inevitavelmente associada ao escândalo.
3. Fragilize a base governista para 2026, expondo a fragilidade de um projeto de poder que parece priorizar a manutenção de aliados, mesmo que corruptos, em detrimento da moralidade pública.
O silêncio do Palácio dos Leões e a defesa da “condução” da operação pelo Procurador-Geral são, portanto, partes de uma mesma estratégia: a de blindar o governo e seus aliados, custe o que custar. A mensagem é clara: a impunidade de Paulo Curió é um preço que o sistema está disposto a pagar para não desestabilizar o tabuleiro político.
O GRITO POR JUSTIÇA E A EXIGÊNCIA DE INTERVENÇÃO
A revolta dos promotores do GAECO é o grito de uma instituição que se recusa a ser instrumentalizada. É o último bastião de esperança de que a justiça ainda pode prevalecer no Maranhão.
Não podemos aceitar que um município seja governado por um prefeito sob suspeita de desvio de milhões e por um presidente da Câmara em prisão domiciliar. Isso é um escândalo nacional, uma afronta à democracia e à dignidade do povo de Turilândia.
É hora de dar uma resposta contundente:
Exigimos a intervenção imediata em Turilândia. O governo do Maranhão tem o dever constitucional de garantir a ordem e a legalidade.
Exigimos que o Ministério Público do Maranhão, em sua cúpula, se retrate e apoie a atuação do GAECO, garantindo a autonomia e a independência de seus promotores.
Exigimos que o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) atue com rigor para investigar a interferência política que parece ter ocorrido na Procuradoria-Geral de Justiça.
A “pata poderosa do Leão” pode tentar esmagar a verdade, mas a voz da sociedade, indignada com a impunidade e a manipulação, não será silenciada. Turilândia não é um mero peão no jogo político; é um município que clama por justiça e por uma administração limpa. O Maranhão merece mais do que acordos de gabinete e blindagens.
Nós é Nós papai!!!