
Para Rogério Cafeteira, a deputada fez
um discurso intimidador e com o subterfúgio de emparedar os colegas
parlamentares que não concordam com suas críticas. O líder ponderou sobre a questão dos
hospitais recentemente inaugurados pela gestão do Governador Flávio Dino, e
disse querer evitar comparações, mas que diante do pronunciamento da deputada,
é praticamente impossível.
O parlamentar continuou relatando que em
uma conversa que teve com o Prefeito de Tuntum quando houve a inauguração do
Centro de Imagem no último final de semana. Foi dito que o referido Centro
estava praticamente pronto quando a então Governadora Roseana Sarney assumiu
seu mandato e Ricardo Murad assumiu a pasta da Saúde do Maranhão. O que ocorreu
nesse período foi a paralisação da obra e o corte do repasse mensal de 500 mil
para a saúde do município.
“Durante o período em Ricardo Murad esteve na
Secretaria de Saúde o município deixou de receber 81 milhões e meio que seriam
investidos para o atendimento da população. Será que o povo não merece?”, questionou.
Rogério lembrou ainda que o Hospital
Regional de Presidente Dutra que havia sido reestruturado pelo Governador
Jackson Lago foi desmontado e sucateado para que seus equipamentos fossem
levados para o Hospital de Coroatá. Segundo Rogério não só Presidente Dutra,
mas toda a região do Médio Sertão foi prejudicada por essa irresponsabilidade.
Outro ponto tratado por Cafeteira foi a
insinuação da oposição sobre a falta de pessoal na área da saúde e lembrou que
o que está havendo no atual Governo é a inserção de mão de obra qualificada
aprovada em concurso público, processo idôneo, ao contrário dos apadrinhamentos
políticos que existiam na gestão passada.
“O atual Governo do Estado recebeu
uma dívida do anterior na casa do 180 milhões, com salários atrasados e
promessa de construção de 74 hospitais que não foi honrada numa época que havia
dinheiro sobrando do BNDES. Diante do cenário encontrado e da realidade do
país, Flávio Dino vem fazendo uma grande administração. Falhas acontecem, mas
são pontuais. A forma de acusação é que é inadmissível”, encerrou.
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