VACINAÇÃO

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domingo, 19 de agosto de 2018

Empresário evangélico que morreu ao se jogar do alto do “esqueleto da morte” foi enterrado hoje


Conhecido como “esqueleto da morte”, denominação dada ao conjunto de armação de ferro e concreto da Oi, na Cohama, voltou a ser palco de mais um suicídio em São Luís. Um empresário, evangélico, pai de dois filhos menores, jogou-se do último andar da construção abandonada, na manhã de sábado (18), e morreu.

Heber Waldson, que tinha entre 42 e 44 anos, empresário e evangélico da Igreja Batista Nacional do Vinho, estava passando por profundo estado depressivo. Ontem, antes de amanhecer, ele saiu de seu apartamento, localizado no Park Atenas, e se dirigiu para a armação de construção no retorno da Cohama, na Avenida Daniel de La Touche.
Ele subiu até o último andar, a uma altura de 15 metros, e quando estava amanhecendo, sob olhares de vários curiosos e de alguns membros do Corpo de Bombeiros, que tentaram evitar a tragédia, atirou-se para a morte.

O empresário ainda foi socorrido e levado imediatamente para o Hospital São Domingos, onde não demorou muito e veio a óbito.

O corpo demorou a chegar ao IML, de onde saiu por volta das 21h30 para o velório na igreja que frequentava.

O enterro ocorreu neste domingo (19), às 10h, no cemitério Pax União, na MA-204, em Paço do Lumiar.
Última postagem do empresário no facebook

Outros suicídios no “Esqueleto da Morte”

No dia 21 de abril de 2014, o jovem Ismael Alves, 20 anos, estava batendo fotos com uns amigos quando teria escorregado e caído, mas alguns garantem que foi suicídio.
Rafaela Cristina, de 18 anos (foto abaixo), também se jogou do alto da mesma armação de ferro e placas de concreto, no dia 8 de fevereiro de 2017. Os amigos que estavam com ele no momento da queda sumiram.

Antes, havia segurança e ninguém entrava no local. Hoje, o “Esqueleto da Morte” serve de abrigo para drogados e ponto para motel aberto.

A reportagem do blog esteve no local, no dia 8 de fevereiro de 2017, logo após a tragédia com a jovem Rafaela, e mostrou a situação de abandono, além da facilidade de as pessoas terem acesso facilmente. Veja registros feitos na ocasião.

Um comentário:

  1. Esse prédio foi construído pouco tempo antes da privatização da Telma S/A, num momento em que todos já sabiam que isso iria acontecer. Deve ter servido pra encer o bolso de alguém na época e agora tem causado essas mortes. É triste!

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