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Intervenções no trânsito

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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Sarney no comando: Flávio Dino é a primeira vítima da mudança na direção da PF

Só que nesta nova etapa, Murad que era citado pela PF como líder da organização criminosa que teria desviado cerca de R$ 1,2 bilhão da saúde estadual, ficou de fora das investigações.
A operação policial foi toda costurada com os grupos de comunicação locais ligados à Sarney para transformar Dino num ladrão de dinheiro da saúde. E para atacar secretários importantes do seu governo, como Márcio Jerry, também do PCdoB.
do Blog do Rovai/Revista Forum

O novo diretor da Polícia Federal chama-se Fernando Segóvia, ex-superintendente da PF no Maranhão durante o governo Roseana Sarney. Diferentes fontes garantem que seu nome foi sacramentado no cargo após um jantar entre o presidente Michel Temer e o ex-presidente José Sarney, aquele cujo domínio da política maranhense durou 50 anos.

Se alguém tinha dúvida de que a nomeação de Segóvia não tinha sido política e que as relações dele com Sarney e o PMDB não iriam politizar as ações do órgão, pode ir tirando o cavalinho da chuva.

Ontem a PF realizou no Maranhão a “Operação Pegadores”, um desdobramento da “Operação Sermão ao Peixes”, que apura fraudes no sistema estadual de saúde iniciadas em 2012, quando o secretário de Saúde, do governo Roseana Sarney, era Ricardo Murad (PRP), cunhado dela.

Só que nesta nova etapa, Murad que era citado pela PF como líder da organização criminosa que teria desviado cerca de R$ 1,2 bilhão da saúde estadual, ficou de fora das investigações.

Mais do que isso, a operação policial foi toda costurada com os grupos de comunicação locais ligados à Sarney para transformar Dino num ladrão de dinheiro da saúde. E para atacar secretários importantes do seu governo, como Márcio Jerry, também do PCdoB.

Entre outras acusações, a delegada responsável da operação diz ter achado mais de 400 funcionários fantasmas na saúde, mas não apresentou a respectiva relação de nomes. O governador Flávio Dino já requereu formalmente os nomes da suposta lista. “Estamos esperando a lista dos alegados 400 fantasmas, para verificar se isso procede, quem foi o responsável, em qual época e por qual motivo”, escreveu Dino em suas redes sociais.

A operação da PF ainda acusa o governo atual de contratar para prestar serviços à saúde uma antiga sorveteria, que teria emitido notas fiscais frias, que permitiram o desvio de R$ 1.254.409,37 (hum milhão, duzentos e cinquenta e quatro mil, quatrocentos e nove reais e trinta e sete centavos).

Até o momento, porém, não teria sido apresentado pela PF nenhum contrato assinado por qualquer autoridade do governo Dino com a tal sorveteria que teria virado empresa médica.

Ou seja, está claro que Flávio Dino vai comer o pão que o diabo amassou daqui até o final do seu mandato. E que terá que buscar fora do estado apoio para poder continuar governando.

Outro político que ousou enfrentar Sarney, o já falecido Jackson Lago (PDT), ganhou a eleição de Roseana mais foi cassado durante o governo para que ela pudesse assumir.

Quem achava que o velho Ribamar Ferreira de Araújo Costa era carta fora do baralho, enganou-se. Ele está de novo no comando. E da PF. O que não é pouca coisa para quem é especialista em fazer política da forma mais heterodoxa possível.

Chico Pinheiro, no Bom Dia Brasil: “Não é fácil desmontar esquemas depois de anos e anos de corrupção”

do Blog do Clodoaldo Corrêa (com acréscimos)

Após a divulgação da reportagem sobre a “Operação Pegadores” no Bom Dia Brasil, o jornalista Chico Pinheiro desmontou os vocíferos do Clã Sarney com uma única frase. “Não é fácil desmontar esses esquemas depois de anos e anos de corrupção”.

Chico deixou claro que os problemas da estrutura viciada das OSCIPs foram deixados pelos governos oligarcas. E claro que não se desmonta esquemas estruturados como estes de uma hora para outra. E não se limpa uma secretaria de saúde, que não pode parar, de uma vez só.

Lógico que ainda existiam pessoas e pode ser que ainda existam os que tentam burlar o sistema para se dar bem.

Importante acabar, de imediato, com todas as terceirizações na saúde, fazendo com que a EMSERH assuma a gestão de todas as unidades hospitalares.

Essas terceirizações dão margem para que políticos terminem fazendo algum tipo de ingerência e indicando cabos eleitorais e apadrinhados, por exemplo, para receberem sem trabalhar (os chamados fantasmas), sem que o secretário tenha conhecimento desse tipo de esquema.

Temos visto que a cada revelação desses ilícitos, o governo tem agido no sentido de encerrar contratos com terceirizadas denunciadas pela PF, fazendo as devidas correções no sistema e expurgando corruptos da estrutura de governo. 

Flávio Dino: "Jamais compactuamos com qualquer má aplicação de recursos públicos"



quinta-feira, 16 de novembro de 2017

PF de Sarney entra em ação

Com menos de uma semana da posse do novo diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segóvia, o oligarca José Sarney já usou sua influência para mobilizar operação da PF em São Luís.

De olho na eleição de 2018, um dos objetivos de Sarney com a ação da PF seria o de macular a imagem da gestão do comunista Flávio Dino (PCdoB), principal adversário da sua filha, a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB), na corrida eleitoral do próximo ano.

A indicação de Segóvia na troca da chefia da PF é controversa. De acordo com a jornalista Andrea Sadi, do G1, Sarney teria feito lobby junto ao presidente Michel Temer (PMDB) para Segóvia assumir o comando da instituição.

Segóvia é aliado antigo do grupo Sarney. Ele foi superintendente da PF no Maranhão durante o governo Roseana. Com aliados no comando geral da PF, Sarney pode articular mudanças nos rumos das investigações da Lava Jato.

A “Operação Pegadores”, deflagrada na manhã desta quinta-feira (16), é na verdade um desdobramento da Operação Sermão ao Peixes, que apura supostas fraudes no sistema estadual de saúde iniciadas em 2012.

O secretário de Saúde da época, Ricardo Murad (PRP), cunhado de Roseana Sarney, ficou de fora desta etapa da operação. Murad foi citado pela PF como líder da organização criminosa que teria desviado cerca de R$ 1,2 bilhão da saúde estadual.

Será que a PF será usada politicamente para perseguir adversários da oligarquia Sarney, que luta para retomar o controle dos cofres do Estado?

“Máfia da Sefaz”: Tribunal de Justiça tranca ação contra Roseana Sarney

“O modus operandi da organização criminosa envolvia um esquema complexo, revestido de falsa legalidade baseada em acordos judiciais que reconheciam a possibilidade da compensação de débitos tributários (ICMS) com créditos não tributários oriundos de precatórios ou outro mecanismo que não o recolhimento de tributos”, destaca o promotor.
O Tribunal de Justiça do Maranhão determinou nesta quinta-feira, 16, o trancamento de ação penal contra a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB), denunciada pelo Ministério Público do Estado por suposto envolvimento em um esquema de concessão de isenções fiscais na secretaria da Fazenda que teria provocado rombo superior a R$ 410 milhões nos cofres públicos.

A decisão foi à unanimidade. Por três votos a zero, os desembargadores da 2.ª Câmara de Direito Criminal do TJ acolheram os argumentos da defesa de Roseana e decretaram o trancamento do processo criminal.

Votaram os desembargadores Antônio Guerreiro, relator, José Bernardo e José Luís Almeida.

Durante o julgamento, a procuradora de Justiça Themis Pacheco, que representa o Ministério Público no Tribunal, também se manifestou pelo trancamento da ação penal.

A acusação formal contra Roseana foi protocolada no dia 21 de outubro de 2016. A denúncia imputava a ela peculato, organização criminosa e crime contra a administração financeira.

Além da ex-governadora foram denunciados dois ex-secretários de Estado da Fazenda, um ex-diretor da Célula de Gestão da Ação Fiscal da Fazenda e dois ex-procuradores-gerais do Estado.

De acordo com o titular da 2.ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Tributária e Econômica de São Luís, promotor de Justiça Paulo Roberto Barbosa Ramos, ‘dentre as ações delituosas da organização criminosa que atuou no âmbito da Secretaria de Estado da Fazenda, foram realizadas compensações tributárias ilegais, implantação de filtro no sistema da secretaria para garantir essas operações tributárias ilegais e fantasmas, reativação de parcelamento de débitos de empresas que nunca pagavam as parcelas devidas, exclusão indevida dos autos de infração de empresas do banco de dados e contratação irregular de empresa especializada na prestação de serviços de tecnologia da informação, com a finalidade de garantir a continuidade das práticas delituosas’.

“O modus operandi da organização criminosa envolvia um esquema complexo, revestido de falsa legalidade baseada em acordos judiciais que reconheciam a possibilidade da compensação de débitos tributários (ICMS) com créditos não tributários oriundos de precatórios ou outro mecanismo que não o recolhimento de tributos”, destaca o promotor.

Segundo o promotor Paulo Roberto Barbosa Ramos, ‘não bastasse isso, em diversas ocasiões, foi implantado um filtro para mascarar compensações realizadas muito acima dos valores decorrentes de acordo homologado judicialmente’.

Barbosa Ramos destacou, ainda, que os gestores do período de 14 de abril de 2009 a 31 de dezembro de 2014 ‘ignoraram os procedimentos administrativos característicos da administração pública ou simplesmente deram sumiço a eles após praticarem seus crimes’.

Contra a denúncia e o processo criminal, a defesa de Roseana insurgiu-se por meio de habeas corpus. Os advogados Anna Graziella Neiva e Luís Henrique Machado, que defendem a ex-governadora, argumentaram ao Tribunal de Justiça que ela não praticou nenhum ato ilícito, apenas se amparou em pareceres da Procuradoria-Geral do Estado.

Sobre a ex-governadora, a denúncia diz. “Noutra ponta, essa organização criminosa contava com o decisivo beneplácito de Roseana Sarney Murad, em virtude de ter autorizado acordos judiciais baseados em pareceres manifestamente ilegais dos procuradores-gerais do Estado por ela nomeados e ainda por ter nomeado para cargos em comissão 26 terceirizados da empresa Linuxell, para que desempenhassem na Secretaria da Fazenda as mesmas funções para as quais estavam contratados pela empresa antes referida.”

“Ficou consignado hoje (quinta, 16) que a conduta da governadora jamais poderia ser enquadrada como um crime”, declarou Anna Graziella. “Ela, apenas e tão somente, aquiesceu com parecer emitido pelos procuradores do Estado que também já foram excluídos da ação penal em decisão do Superior Tribunal de Justiça.”

Anna Graziella e Luís Henrique Machado destacam que o STJ reconheceu que o parecer dos procuradores do Estado tinha ‘conteúdo jurídico plausível’.

“A Corte Superior reconheceu não haver dolo na conduta de Roseana”, assinala a advogada. “E reconheceu que não havia liame subjetivo nenhum, não houve conluio entre a governadora, os procuradores e os demais réus desta ação penal. A Constituição do Maranhão e a Lei Complementar 20/98 dizem que, para acordos, o governador precisa autorizar. Ela (Roseana) agiu exatamente como o parecer da Procuradoria dizia que deveria agir. Ela só aprovou o parecer da Procuradoria.”

Anna Graziella destaca que o STJ ’em decisão que transitou em julgado reconheceu que o parecer era juridicamente válido, não havia dolo, nem conluio’.

“A denúncia apontava que Roseana aquiesceu com o parecer da Procuradoria-Geral do Estado e tinha responsabilidade na nomeação de 26 servidores de uma empresa terceirizada que prestava serviços à Secretaria da Fazenda do Maranhão”, sustenta a advogada.

“O promotor sequer apontou os nomes dos 26 na denúncia. Na realidade, foram nomeados ainda no governo Jackson Lago (antecessor de Roseana) e muitos deles ficaram no governo dela (Roseana) porque é prerrogativa do governo fazer nomeações. O promotor alegou que os 26 faziam parte de organização criminosa, mas nem declinou os nomes. Nós mostramos que os 26 já eram funcionários desde 2007. Roseana não tinha como imaginar que um dia esses servidores iriam se tornar funcionários de uma empresa terceirizada.”

Ao deixar o Tribunal de Justiça do Maranhão, nesta quinta, 16, Anna Graziella declarou. “Foi feita Justiça hoje.”

Ex-prefeito de Mirinzal é preso pela Polícia Civil

O 1° Departamento de Combate à Corrupção da Polícia Civil (1º Deccor) cumpriu nesta quinta-feira, 16, o mandado de prisão do ex-prefeito de Mirinzal, Ivaldo Almeida Ferreira, atualmente secretário Municipal de Obras.

Ele veio prestar depoimento na sede da Procuradoria Geral de Justiça, para os promotores de justiça membros do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) e para os policiais do 1º Deccor, e tomou conhecimento do mandado de prisão em aberto. Ivaldo Ferreira será encaminhado ao IML para exame de corpo de delito antes de ser direcionado ao Centro de Triagem de Pedrinhas.

No último dia 08 de novembro, o GAECO realizou busca e apreensão na casa do ex prefeito. O objetivo foi localizar e apreender documentos, cheques, anotações, cadernos, computadores, pen drives, HDs e outros objetos que possam servir de prova de desvio de verbas públicas e ajudar na elucidação dos fatos. Todo o material ainda está sob análise.

Na decisão, também foi determinada a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Ivaldo Almeida Ferreira, o que permitirá identificar possíveis desvios de verbas públicas, além de outros crimes.

O pedido foi formulado pelo promotor de justiça Frederico Bianchini Joviano dos Santos, titular da Comarca de Mirinzal, em atuação conjunta com o Gaeco e o 1º Deccor.

Durante a apuração da morte do jornalista Décio Sá, foram apreendidas várias autorizações de saque (cheques avulsos) da conta-corrente da Prefeitura Municipal de Mirinzal assinados pelo então prefeito Ivaldo Ferreira (gestão de 2009 a 2012) durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão realizada nas residências e escritórios dos agiotas Gláucio Alencar Pontes Carvalho e seu pai José de Alencar Miranda Carvalho.

Confira a relação dos 17 presos na “Operação Pegadores” deflagrada pela PF nesta quinta-feira (16)

Antônio Aragão e Rosângela Curado estão entre os presos
A Polícia Federal cumpriu, na manhã desta quinta-feira (16), 17 mandados de prisão temporária e 28 de busca e apreensão na “Operação Pegadores”, que investiga supostas fraudes na Saúde do Estado. 

Os alvos da operação foram empresários, servidores públicos e funcionários de empresas que prestaram serviços a hospitais do Estado do Maranhão desde 2015. Mandados foram cumpridos em São Luís, Imperatriz e Coroatá.

Todos os mandados foram cumpridos e 17 pessoas foram presas. Entre elas, a ex-subsecretária estadual de Saúde, Rosângela Silva Barros, conhecida como Rosângela Curado, além do ex-superintendente de acompanhamento de serviços da secretaria. Rosângela concorreu em 2016 ao cargo de prefeita de Imperatriz. Diretores e tesoureiros de Oscips e organizações sociais que prestavam serviços à saúde também foram presos.

A “Operação Pegadores” é consequência de irregularidades detectadas nas fases da Operação Sermão dos Peixes, que começou em 2012. Segundo a PF, mais de R$ 18 milhões foram desviados por duas modalidades de fraude: supersalários de colaboradores contratados pelas organizações e empresas de fachada. Segundo a PF, a fraude supera R$ 18 milhões. Os beneficiários seriam parentes de apadrinhados políticos ou os próprios apadrinhados.

“Listas eram confeccionadas por uma servidora da Saúde, que determinava às organizações sociais, contratadas pela secretaria, que efetivassem tais pessoas. E tinha mais: as listas determinavam os salários a ser pagos a tais pessoas”, comentou, em coletiva nesta manhã, o delegado-chefe da Delegacia de Repressão à Corrupção e Crimes Financeiros, Wedson Cajé Lopes.

O  objetivo, segundo a PF, era acomodar padrinhos políticos dentro das unidades de saúde do estado. Uma servidora da secretaria ficava responsável por indicar quais colaboradores às organizações sociais, contratadas para executar serviços hospitalares nos centros de saúde, deveriam efetivar.  Indicava também o valor do salário que deveria ser pago. Em um caso relatado pelo delegado, uma enfermeira que deveria ganhar R$ 3.328 mantinha no contracheque a retirada de R$ 13 mil. “Isso chamou atenção. Depois de investigar identificamos muitas outras pessoas recebendo super salários”, comentou o delegado.

Confira a relação dos 17 presos.

Antônio José Matos Nogueira
Chisleane Gomes Marques
Mariano de Castro Silva
Luiz Marques Barbosa Júnior
Rosangela Aparecida da Silba Barros (Rosângela Curado)
Antonio Augusto Silva Aragão
Benedito Silva Carvalho
Flávia Geórgia Borges Gomes
Ideide Lopes de Azevedo Silva
Marcus Eduardo Alves Batista
Miguel Marconi Duailibe Gomes
Osias de Oliveira Santos Filho
Paulo Guilherme Silva Curado
Péricles Silva Filho
Waldeney Francisco Saraiva
Warlei Alves do Nascimento
Karina Mônica Braga Aguiar

Mais um crime de feminicídio: Técnica de enfermagem é morta a facadas pelo ex-marido no bairro Bom Jesus, em São Luís

A mulher identificada como Domingas Leidiely Sousa Maciel, 37 anos, foi assassinada com diversos golpes de faca dentro de sua própria casa, na Travessa Padre Madureira, no Bairro Bom Jesus, em São Luís, no início da manhã desta quinta-feira (16).  

De acordo com a polícia, o suspeito do crime é ex-companheiro da vítima. O casal morou junto por 16 anos.

Identificado apenas como João Batista, ele não aceitava o fim do relacionamento que havia acabado há cerca de 3 meses. 

O assassino seria funcionário da UPA. Ele chegou ao local do crime em uma motocicleta, entrou da residência e cometeu o crime. 

João Batista, depois de matar a ex-companheira, fugiu deixando a arma utilizada e o capacete.

Domingas Leidiely era técnica de enfermagem do Hospital Carlos Macieira.

A polícia não tem pistas do assassino. Qualquer informação sobre o paradeiro do acusado pode ser passada à polícia por meio do disque-denúncia, pelos números 3223-5800 (capital), 0300 3135 800 (interior) e pelo whatsapp do órgão (99224-8660).

Secretaria de Saúde divulga nota sobre a "Operação Pegadores" realizada pela PF nesta quinta-feira (16)


Resultado de imagem para Carlos Lula SES
O Secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula
Sobre a nova fase de investigação da Polícia Federal, deflagrada nesta quinta-feira (16), no âmbito da Secretaria de Estado da Saúde (SES), o Governo do Maranhão declara que:

1. Os fatos têm origem no modelo anterior de prestação de serviços de saúde, todo baseado na contratação de entidades privadas, com natureza jurídica de Organizações Sociais, vigente desde governos passados.

2. Desde o início da atual gestão, tem sido adotadas medidas corretivas em relação a esse modelo. Citamos:

a) instalação da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH), ente público que atualmente gerencia o maior número de unidades de saúde, reduzindo a participação de Organizações Sociais.
b) determinação e realização de processos seletivos públicos para contratação de empregados por parte das Organizações Sociais.
c) aprovação de lei com quadro efetivo da EMSERH, visando à realização de concurso público.
d) organização de quadro de auditores em Saúde, com processo seletivo público em andamento, visando aprimorar controles preventivos.

3. Desconhecemos a existência de pessoas contratadas por Organizações Sociais que não trabalhavam em hospitais e somos totalmente contrários a essa prática, caso realmente existente.

4. Todos os demais fatos, supostamente ocorridos no âmbito das entidades privadas classificadas como Organizações Sociais, e que agora chegam ao nosso conhecimento, serão apurados administrativamente com medidas judiciais e extra judiciais cabíveis aos que deram prejuízo ao erário.

5. A SES não contratou empresa médica que teria sido sorveteria. Tal contratação, se existente, ocorreu no âmbito de entidade privada.

6. Apenas um servidor, citado no processo, está atualmente no quadro da Secretaria e será exonerado imediatamente.   Todos os demais já haviam sido exonerados.

7. A atual gestão da Secretaria de Estado da Saúde está totalmente à disposição para ajudar no total esclarecimento dos fatos.

Advogada espancada diz que irmão do prefeito de Pinheiro queria matá-la; ela tem medo de sair de casa

“Tenho medo de sair da minha casa, a qualquer hora, e encontrá-lo em qualquer lugar. Pode ser que ele surte novamente, pode ser que eu seja agredida novamente, pode ser que eu vire mais uma estatística. Graças a Deus, agora, estou viva, contando pra vocês, porque não deu certo. Ele não conseguiu finalizar o que ele tentou. A todo momento ele falou que ia me matar”, desabafou a advogada.

Em conversa com o advogado Mozart Baldez, presidente do Sindicato dos Delegados do Maranhão (Sama), a advogada Ludmila Rosa Ribeiro da Silva, que foi espancada por Lúcio André Silva Soares, irmão do prefeito de Pinheiro, revelou que ainda está preocupada com a situação e que tem medo de ser morta e virar mais uma estatística.

A conversa foi transmitida, ao vivo, no perfil de Mozart Baldez no facebook. Como presidente da SAMA, ele foi dar garantias de que a entidade vai dar toda a assistência necessária, além de distribuir a foto do foragido para sindicatos de advogados em outros estados.

A advogada disse que a sensação ainda é de medo, pois Lúcio André continua foragido. “Tenho medo de sair da minha casa, a qualquer hora, e encontrá-lo em qualquer lugar. Pode ser que ele surte novamente, pode ser que eu seja agredida novamente, pode ser que eu vire mais uma estatística. Graças a Deus, agora, estou viva, contando pra vocês, porque não deu certo. Ele não conseguiu finalizar o que ele tentou. A todo momento ele falou que ia me matar”, desabafou a advogada.

Ela se mostrou decepcionada com a atitude do delegado Valber Braga, do Plantão do Cohatrac, que determinou a soltura do agressor, após pagamento de fiança de R$ 4.685,00.

“O sentimento de medo perdura. Porque a polícia o soltou e, agora, não consegue encontrá-lo. Espero que o mesmo delegado que arbitrou apenas R$ 4 mil de fiança para um empresário que ganha muito bem, empenhe-se para prendê-lo. Espero resposta da polícia, do delegado e do Estado  para que ele seja preso”, acrescentou Ludmila.

Ao fim da conversa, ela aconselha as mulheres vítimas de agressão a não ficarem caladas, criando coragem para denunciar os agressores. Para ela, muitas ficam caladas por medo de represália e por dependerem de homens. Acrescentou também que ela não permitirá que isso continue acontecendo com ela.

Lúcio André Silva Soares teve prisão preventiva decretada pelo juiz Clésio Cunha, na noite de domingo (12), mas até o momento não foi localizado pela polícia. Ele já é considerado foragido.

Assista ao vídeo da conversa de Mozart Baldez com a advogada Ludmila

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Polícia Civil prende quatro envolvidos no assalto à Faculdade Pitágoras

Quatro homens envolvidos na invasão e assalto à Faculdade Pitágoras, no bairro Turu, foram presos no início da noite desta quarta-feira (15). 

Na ação criminosa, na noite de terça-feira (14), eles assaltaram vários alunos dentro das salas de aula. Na troca de tiros com os bandidos, o policial Erik Pereira Pastor, estudante da faculdade tentou dominar um dos assaltante e foi ferido na mão.

As prisões foram efetuadas por policiais civis, coordenados delegado Armando Pacheco. 


Um dos envolvidos foi identificado como Elias Loureiro, estudante do curso de Engenharia Mecânica da faculdade. Ele passava as informações sobre como funcionava a segurança no local e também participou do crime. 

Os outros três envolvidos forram identificados como Jefferson Silva Ferreira, Jean da Conceição Azevedo e Denilson Diniz Pereira.

Vários pertences e objetos dos alunos foram recuperados. São vários aparelhos celulares, relógios e certa quantia em dinheiro. O autor dos disparos contra o policial militar confessou a autoria e deu detalhes da dinâmica do crime.

A ação dos criminosos causou pânico entre os universitários, que chegaram a gravar toda a ação, inclusive no momento em que eles faziam um verdadeiro raspa, depois de colocar todos os alunos no fundo da sala (vídeo abaixo).

Os envolvidos estão sendo apresentados, neste momento, no Plantão Central do Cohatrac. 

Assista ao vídeo do momento da ação criminosa.

Roberto Rocha: um senador inimigo da história

Nesta quarta-feira (15), o senador resolveu envergonhar a tradição cultural do Maranhão: postou uma imagem da Independência como se fosse da Proclamação da República, demonstrando que não conhece o básico de história do Brasil.
O senador Roberto Rocha caminha para obter o título de um dos piores senadores da história do Maranhão. Empurrado pela força popular de Flavio Dino, Roberto Rocha prometia mostrar para que "serve um senador".

Contudo, não satisfeito em integrar o baixo clero do Senado, Roberto ainda resolveu se mostrar ao país do pior modo, envergonhando os Maranhenses.

Recentemente, fez escândalo e se solidarizou com Paulo Marinho, um obscuro político do grupo Sarney que se recusa há décadas a pagar pensão alimentícia a um filho. Um ato asqueroso e de aberto confronto com o Poder Judiciário.

Esse desrespeito aos direitos fundamentais fez lembrar um outro, em que o senador enviou via WhatsApp uma imagem agressiva à dignidade das mulheres.

E hoje o senador resolveu envergonhar a tradição cultural do Maranhão: postou uma imagem da Independência como se fosse da Proclamação da República, demonstrando que não conhece o básico de história do Brasil.

Pobre Flavio Dino, que hoje deve estar se contorcendo de vergonha alheia, por ter empurrado essa criatura até o Senado da República.

Pobre Maranhão, que vira motivo de achincalhe ao ser representado por alguém que não consegue distinguir Dom Pedro e o Marechal Deodoro, que não sabe medir a distância entre 1822 e 1889.

Uma tragédia!

Polícia prende ex-presidiário suspeito de planejar ataques criminosos no Gapara e Vila Embratel

Policiais do 1º BPM, comandados pelo Major Sodré, efetuaram a prisão do ex-presidiário Giovanny de Araújo Amorim, residente na Rua Isabel Bacelar, no Residencial Luís Bacelar, bairro Gapara. Com ele, os policiais encontraram uma moto Suzuki Yes, placa NHI-6876, que havia sido furtada na segunda-feira (13) no bairro Jaracati.

Pelas informações passadas ao blog, Giovanny, Lucas e ‘Mosquito’ estariam organizando ataques criminosos nos bairros Gapara e Vila Embratel.
Em diligência pelo Conjunto Luís Bacelar, após receber informações por telefone, os policiais avistaram Giovanny em atitude suspeita e sem capacete. Ao ver a viatura, ele tentou empreendeu fuga, sendo contido na Rua Marcos Bacelar Gapara.  Em pesquisa ao sistema, via CIOPS, foi constatado que o mesmo é ex-presidiário.

Giovanny disse apenas que a moto pertencia a um amigo, sem citar o nome.

Ele foi apresentado pelo sargento Petrônio  soldado Fábio, sem lesões corporais, no plantão central do Eixo Itaqui Bacanga para ser autuado em flagrante por crime de receptação (art. 180 do CP).

Os outros dois que participariam dos ataques não foram localizados pela polícia.

Ambulância não consegue parar na faixa de pedestre, colide na traseira de uma motocicleta e tomba na BR-135, em São Luís

O condutor da ambulância sofreu apenas um arranhão no braço. O motociclista é um policial militar que se dirigia para o trabalho na Estiva. Apesar de ter sido atingido pela ambulância ele saiu ileso do acidente. O acidente trouxe transtornos para quem passava pelo local
Uma equipe da Polícia Rodoviária Federal da Unidade Operacional de Pedrinhas atendeu na manhã deste feriado de 15 de novembro um acidente tipo colisão traseira seguida de tombamento, ocorrido próximo à OLEAMA, na BR 135 em São Luís.

Por volta das 7h20 desta quarta-feira, no km 5,2, no sentido crescente da via (saindo da Ilha), em uma faixa de passagem de pedestre, uma caçamba parou à direita para a travessia de pedestres, um motociclista parou à esquerda, e o condutor de uma ambulância, que dirigia sem a devida atenção, não conseguiu parar a tempo e colidiu levemente na traseira da moto e tombou sobre a via.
O motociclista é um policial militar que se dirigia para o trabalho na Estiva. Apesar de ter sido atingido pela ambulância ele saiu ileso do acidente. O condutor da ambulância teve apenas um pequeno arranhão no braço, que sequer sangrou. Nenhum pedestre foi atingido.

O acidente provocou transtornos para quem trafegava no sentido crescente da BR. Com a chegada da equipe PRF o veículo foi destombado e a via liberada.

Fonte: PRF

Policial é atropelado por motorista embriagado em barreira de fiscalização na Curva do 90, em São Luís

Um policial militar acaba de ser atropelado em uma barreira de fiscalização de trânsito nas proximidades da Curva do 90, no bairro Vinhais, em São Luís.

Pelas informações passadas ao blog, o motorista não atendeu à determinação para parar e avançou, atropelando o policial.
O motorista atropelador foi submetido ao teste do bafômetro, o que ficou comprovado estar sob efeito de álcool. Ele vai ser levado ao Plantão de Polícia para ser autuado em flagrante.

O policial militar foi socorrido por uma ambulância do Samu e levado ao hospital com suspeita de fratura ou mesmo de lesão na coluna.

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